domingo, 22 de setembro de 2013

Balneário Pirapora Palace - Maranguape - CE


Olá, Gente!
Primeiramente, obrigado pelos 500 mil acessos, isso me deixa muito, mas muito feliz. 

Mais uma postagem enviada por um leitor do blog e explorador urbano, é o Pedro Feitoza, que fotografou um clube abandonado no Ceará, terra tão querida. Que legal! mais um brasileiro mostra a cara aqui no blog.

domingo, 8 de setembro de 2013

O Palácio de Sans-Souci e a Citadelle Lafferière - Haiti


Olá, gente!
A exploração de ruínas é considerada como aventura urbana, uma espécie de exploração urbana. E é sobre uma ruína com uma história incrível que quero falar hoje. Aliás sobre duas, um conjunto, na verdade. Quero mostrar pra vocês as ruínas de um palácio e de um forte para de defesa militar.

O Palácio de Sans-Souci
O Palácio de Sans-Souci foi a residência real do rei Henri I (mais conhecido como Henri Christophe ) do Haiti , da rainha Marie-Louise e suas duas filhas. Foi o mais importante dos nove palácios construídos pelo rei, bem como quinze castelos, inúmeras fortalezas, e várias casas de veraneio em suas vinte plantações. A construção do palácio começou em 1810 e foi concluída em 1813. Ele está localizado na cidade de Milot. Seu nome traduzido do francês significa "sem preocupações."
Antes da construção de Sans-Souci, Milot sediou uma plantação francesa que Christophe gerenciou por um período durante a Revolução do Haiti. Conhecido por sua crueldade, foi responsável pela morte de muitos trabalhadores durante a construção do palácio. Sob seu reinado, o palácio foi o local de festas opulentas e danças. Tinha imensos jardins, fontes artificiais, e um sistema de distribuição de água. Apesar de Sans-Souci ser agora uma ruína vazia, seu esplendor foi presenciado por muitos visitantes estrangeiros.
A imponência de Sans-Souci fazia parte do programa de Henri Christophe de demonstrar aos estrangeiros, principalmente europeus e americanos, o poder e a capacidade da raça negra. No entanto, o reinado de Christophe não era bem visto pelos poderes monárquicos europeus de prestígio.





domingo, 18 de agosto de 2013

Hotéis abandonados em Okinawa




Postagem atualizada em 22 de agosto de 2013.

Oi, gente!
Achei mais um hotel fantasma em Okinawa é o La Rainbow Hotel & Tower - também conhecido como o Graffiti Hotel funcionou de 1988 até meados dos anos 90, e é um dos lugares abandonados mais populares no oeste do Japão, muito provavelmente pelos inúmeros grafites existentes lá e pela arquitetura incomum de sua torre de observação que tem uma plataforma móvel.
O La Rainbow era assim dividido:
1º andar - entrada do hotel, saída da torre de observação, máquinas de bilhetes, banheiros; 2º andar - entrada para a torre de observação, recepção do hotel, salões de festas, cozinha; 3º andar - quartos 301 à 327; 4º andar - quartos 401 à 437; 5º andar - entrada superior do prédio através de uma ponte, cozinha, restaurante familiar "La Rainbow"; 6º andar - bar e terraço.
Os quartos do la Rainbow foram projetados e decorados individualmente - uma coisa comum em motéis, mas não em hotéis turísticos convencionais - e tinham janelas gigantescas com uma vista maravilhosa da baía de Seto e da Grande Ponte Seto.
O hotel é conhecido como "o hotel do grafite", pois, além de estarem por toda parte, as obras dos grafiteiros são verdadeiras peças de arte.
A torre é de 150 metros de altura  e possui a mais alta plataforma de observação - a mais alta no mundo quando foi construído - a qual se movimentava na vertical e em torno de um eixo central da cabine de 23 metros de diâmetros - comportava 150 pessoas por vez.
Ignorando o fato que a região já era cheia de hotéis por causa da proximidade a um grande parque de diversões a torre/hotel foi construída. Como a empresa construtora era muito rica, não tardou a abandonar o hotel quando seus lucros não eram mais rentáveis. 
As histórias de abandono são variadas e cada caso é um caso. Não há regra nem padrões de ações ou comportamentos que levam um prédio a ser abandonado.





terça-feira, 13 de agosto de 2013

Barcas abandonadas na Ilha do Governador - Rio de Janeiro


Oi, gente!
Gostaria de dizer primeiramente que essas barcas já não existem mais. Elas tiveram intenso uso fazendo a travessia Centro (Praça XV) - Ilha do Governador. Depois de seu abandono ficavam na Ribeira, em seguida passaram-nas para a Praça do Cocotá e recentemente foram desmontadas. Quando estive no local senti uma vontade enorme de ir até elas, lógico. Mas foi impossível.
Essas barcas estão na memória dos cariocas e com certeza causarão boas memórias às pessoas que usaram desse transporte antigo e tão charmoso.




Um esclarecimento sobre UrbEx



Olá, gente!
Recentemente um repórter me perguntou o que era UrbEx? se era um hobby ou se poderia ser considerado como um esporte? entre outras dúvidas sobre o assunto. Então achei legal e importante esclarecer o que significa isso. Por quais motivos as pessoas visitam/exploram lugares abandonados dentro e até fora da cidade? mesmo sabendo que são sujos, perigosos e muitas vezes de entrada proibida? 
Espero esclarecer todos meus leitores que simplesmente admiram tudo isso, sem saber mais profundamente suas teorias, só por também se atrairem pela beleza e paz que há nesses lugares.

O que é UrbEx?

sábado, 10 de agosto de 2013

Best Shopping - São Bernardo do Campo - SP


Este shopping já teve muito movimento. Em 1994 chegava a receber cerca de 2,4 mil pessoas por semana e 5 mil nos fins de semana. No fim dos anos noventa ele começou a perder público, muito provavelmente pela modernização dos shopping centers em São Paulo, e logo os lojistas também começaram a abandoná-lo. Apesar de ter recebido verbas para melhorias, faliu em 1997 e começaram as disputas judiciais pela propriedade do local. O prédio ocupa um quarteirão inteiro numa das avenidas mais movimentadas de São Bernardo do Campo, na Grande ABC. 
Depois de interditado e abandonado, o shopping center cumpriu sua vida exemplarmente, como todo prédio abandonado na cidade: foi moradia de sem tetos urbanos, lar para as obras de arte de grafitagem, foi vandalizado, explorado por skatistas, curiosos, fotógrafos, criminosos, usuários de drogas, artistas, e por aí vai. O importante é viver esses lugares, exorcizar esses espíritos que moram na mesma cidade que nós, dando vida a eles. Utilizar todo o espaço de uma cidade, inclusive o abandonado, é a maior das utopias vividas por seus habitantes. Vejam a ironia e a democracia do espaço urbano abandonado: enquanto ele funciona é somente frequentado por pessoas afins, mas depois de abandonado o espaço é aberto a todos,  de uma forma 100% democrática e clandestina.





quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Fordlândia - O sonho abandonado de Henry Ford



Fordlândia
Essa é uma das cidades abandonadas mais bonitas que conheço. Fica no estado em que nasci, no Pará, um gigante amazônico. 
Sua história é fantástica gira em torno do grande Henry Ford, o fabricante dos carros americanos mais populares da época -1908 - o Ford Model T. Ele praticamente criou o estilo "carro popular", porém, sua produção era ditada pela Inglaterra que dominava a produção de borracha, material básico na produção de seus automóveis.
A necessidade de escapar do monopólio inglês fez Henry Ford alimentar um sonho que se tornaria, em sua vida, um pesadelo. 
Em 1923 ele veio pessoalmente e negociou com o governo do Pará uma concessão de uma área de 1 milhão de hectares às margens do Rio Tapajós e desse um milhão Ford literalmente queimou 1% para poder construir seu sonho: uma cidade que abastecesse com matéria prima (borracha) suas produções de pneus em Detroit, longe do monopólio inglês e no lugar mais propício para a produção da matéria base. A região ficou conhecida depois que os britânicos levaram de lá mudas da árvore da borracha e plantaram em suas colônias, dominando assim a produção e o comércio de pneus. 
Depois do terreno todo nivelado, as casa foram literalmente colocadas em seus lugares por guindastes. A cidade inteira foi transportada por navios dos EUA até o Pará.
A proposta da cidade Ford era muito mais que um mero acampamento para seus operários. Quando se soube da notícia da empresa se estabelecera na região e estaria contratando pessoas para compor seu quadro de empregados, apareceram pessoas de todos os cantos do país. Caboclos da região amazônica, nordestinos e brasileiros de outras regiões experimentaram um estilo bem diferente do que estavam acostumados. Fordlândia oferecia casas para todos os funcionários, dos tiradores de borracha aos profissionais americanos que vieram e criaram suas famílias nesse lugar. Mas nem tudo eram flores. Como eu disse, os planos de Ford iam muito além de um simples alojamento. Ele impôs a cultura americana - comida, hábitos, música e pensamento - aos seus empregados, e esse foi seu grande erro. Imagina só o caboclo amazônico, que produzia e tirava toda sua dieta alimentar da natureza, ter que, por obrigação, comer comida enlatada americana, vestir uniforme, frequentar bailes de dança ao ritmo de jazz, ir à missa evangélica, trabalhar de carteira assinada, ter horários rígidos e fixos - para almoço, jantar, café da manhã, para dormir, acordar - tudo isso na metade da década de 20. Pra ter uma ideia melhor, as idéias sobre confinamento e trabalho que Henry tinha serviram de inspiração aos campos de concentração de Hitler.
Foi um choque cultural enorme, e logo começaram a aparecer os conflitos entre os trabalhadores e os diretores. Algumas revoltas aconteceram, muitos trabalhadores foram embora e como se não bastasse tudo isso ainda teve a peste que assolou as plantações de seringueira de Ford. 
O que Henry não sabia, mas que era de notório conhecimento de toda aquela população que havia lá, era que a seringueira não pode ser plantada em regime de monocultura, pois sem a proteção da floresta, seu habitat natural, ela fica totalmente vulnerável à sua pior praga. Resultado: as árvores morreram aos milhares e Ford abandonou Fordlândia. Abandonou a cidade e foi para a outra margem, construiu Belterra e plantou mais seringueiras.
Como já se sabia, a monocultura de seringueira não deu certo novamente e pouco a pouco todos os americanos voltaram ao seu país. Frodlândia e Belterra foram entregues ao governo brasileiro com tudo o que tinha. Em seguida houve o saque de tudo de valor que os americanos deixaram, feito pelos próprios governantes e pela população. Urubus em cima da carniça.
Hoje, Fordlândia ainda é habitada, mas está quase toda abandonada. Alguns prédios são mantidos por Belterra, que se desenvolveu bem mais. A igreja, a escola e uma ou outra casa.
Fordlândia atrai visitantes o tempo todo e, um dia, eu irei lá. Ver o sonho e a cidade que henry Ford deixou na Amazônia. Deixou e, ironicamente, nunca foi ver. Pasmem! Ford nunca foi à Fordlândia depois de construída.

Algumas imagens antigas de Fordlândia do fim da década de 20.





quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Grafite urbex na Represa Biliings, São Bernardo do Campo - SP


Olá, gente!
Mais um explorador entra em contato com a gente, interessado em mostrar suas aventuras e , claro, estamos sempre aberto pra isso. O amigo explorador é de São Bernardo do Campo - ao final passo o link da página do álbum no Face - e também possui um trabalho muito interessante em corte a laser. Vale a pena conferir, aos interessados.
O lugar que ele nos mostra era um antigo cassino da época áurea brasileira da década de 1950 - onde somente poderosos da região vinham festejar e gastar seus milhões. Lá existem dezenas de passagens secretas  e uma delas era usada quando do mirante se avistava as viaturas da polícia chegando pela Via Anchieta e então os jogadores fugiam com bastante antecedência por um caminho de mármore pelo mato até a entrada de um túnel que acessa uma espécie de um "castelinho" - ainda povoado - onde esperavam os cúmplices do esquema.
 Essa dica muito valiosa me levou a este lugar e ao repositório de obras em grafitagem que este lugar é. O abandonado dentro do urbano sempre cede grandes plataformas que abrigam obras dos grafiteiros. Aliás o grafiteiro é um explorador urbano por natureza - pois procura sempre o melhor lugar dentro da cidade, literalmente explorando-as - e lugres abandonados oferecem paredes silenciosas e prontas  para esperarem sua nova cara colorida e viva: a arte. Essa apropriação do espaço urbano eu acho muito válida, pois não depreda. Porém ela é somente válida se não altera o patrimônio. Ruínas como essas que mostrarei nada significam e não têm mais valor dentro da cidade.
"A represa Billings é um dos maiores e mais importantes reservatórios de água da Região Metropolitana de São Paulo. A oeste, faz limite com a bacia hidrográfica da Guarapiranga e, ao sul, com a serra do Mar. Seus principais rios e córregos formadores são o rio Grande ou Jurubatuba, Ribeirão Pires, rio Pequeno, rio Pedra Branca, rio Taquacetuba, ribeirão Bororé, ribeirão Cocaia, ribeirão Guacuri, córrego Grota Funda e córrego Alvarenga".
Vamos lá!

A represa Billings:

O local:






domingo, 28 de julho de 2013

Kadykchan, o vale da morte - Rússia


Kadykchan
A pesquisa sobre a Rússia abandonada rendeu tanto material que essa cidade merece um post só dela. Sei que ChernobylPripyat  e todas aquelas cidades que foram abandonadas pelo desastre merecem ainda destaque aqui no blog. Será outra grande postagem.
Mas vamos falar de Kadykchan, não tão famosa mas com o mesmo destino das outras, o abandono.
Em 1986 haviam pouco mais de dez mil habitante no local, em 89 a cidade possuía 5794, em 2002, 875 e atualmente ela não tem população. Isso se deve ao forte frio que a região enfrenta no inverno. O isolamento e as baixíssimas temperaturas no inverno impossibilitaram a sobrevivência neste local, também chamado de Vale da Morte, por motivos óbvios. O inverno siberiano pouco a pouco detonou toda a infraestrutura de tubulações existentes e que fazia a cidade funcionar. Os carros dificilmente voltavam a funcionar depois do inverno.
Kadykchan foi construída para servir de base e moradia para mineradores de ouro e suas famílias na década de 70 mas não resistiu e hoje está vazia. Sua alma revive a cada verão. Cada vez mais velha e decadente, como uma boca que, com o tempo, vai faltando mais um dente.

Quero parabenizar a Laica, exploradora urbana, a qual permitiu o download de suas imagens e também quero mostrar esse vídeo sobre a cidade nos anos 90, de quando ainda havia vida em Kadykchan.



A cidade hoje:






sábado, 27 de julho de 2013

Rússia abandonada



Olá, gente!
Incrível o que vem acontecendo com a Rússia nessas últimas décadas. Quem poderia imaginar que as proporções continentais do país e seu sistema de governo pudessem ser um tiro no pé daquele governo/união/país e que fossem os principais motivadores de seu desmembramento em várias outras culturas/estados?
Ficou muito difícil de manter o comunismo com seu sistema econômico falido. Bastou a primeira república conseguir a independência que várias seguiram seus passos, e em dezembro de 1991 se dissolveu a União Soviética. Com isso, toda uma infra estrutura de prédios, equipamentos, grandes construções, como os grandes monumentos da época, e até cidades inteiras foram literalmente abandonados.
Aqui no blog já mostramos muitas coisas relacionadas ao abandono na Rússia e na antiga URSS - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, abaixo relaciono um a um:

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2012/02/as-igrejas-abandonadas-na-russia.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2010/06/ruinas-do-programa-espacial-russo.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/03/campanario-da-catedral-de-sao-nicolau.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/03/prisao-russa-em-perm.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/02/pyramiden-cidade-fantasma-russa-noruega.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2012/12/parque-gagra-abcasia-georgia.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2010/06/farol-atomico-russo-abandonado.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/01/complexo-aquatico-abandonado-russo.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2012/03/sergeevka-e-o-playground-medonho.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2010/06/grebnevo-ruinas-neoclassicas-russas.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2013/04/as-embaixadas-abandonadas.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2011/03/estacao-de-trem-abandonada-georgia.html

http://www.lugaresesquecidos.com.br/2012/08/parques-aquaticos-abandonados-e.html


... mas a pesquisa não acaba, assim como não acabam os lugares abandonados por lá. Que bom! pois assim volto a mostrar mais coisas da Rússia abandonada.
Vamos começar pelas cidades. Sim! falei que cidades inteiras foram abandonadas e tenho certeza que vocês ficaram curiosos, pois vamos a elas.

Aniversário
Isso mesmo, o nome dessa cidade é esse. Aniversário era uma cidade de mineradores. Essas cidades, na maioria das vezes, depois que as minas se esgotaram, foram abandonadas. Não foi diferente com Aniversário. A cidade possuía três escolas, um hospital, entre outros equipamentos urbanos, além das moradias dos trabalhadores.






domingo, 14 de julho de 2013

Os Sanatórios de Beelitz - Alemanha


Olá, gente.
Vamos voltar às postagens que é o que interessa...
Já faz um tempinho que achei esse lugar fantástico. E como há muito material sobre ele estava separando o que iria entrar para a postagem. 
O lugar é gigantesco! são 200 hectares, nos arredores de Berlim, que abrigam cerca de 60 prédios que pertenceram a um dos maiores complexos hospitalares que já se teve notícia. Tão grande que teve três fases de construção: de 1898 a 1902, 1908 a 1910 e de 1926 a 1930.
Eram hospitais públicos. Ao norte ficavam os prédios para portadores de tuberculose, ao sul para portadores de doenças não transmissíveis. As áreas eram separadas por sexo e os funcionários também eram do mesmo sexo que os pacientes. Tudo muito organizado e comandado pelo estado alemão. Em seu auge abrigou 1200 leitos. 
Durante as Guerras Mundiais, os sanatórios serviram de hospital de guerra para soldados doentes e feridos na frente de batalha. Entre 1914 e 1918 chegou a abrigar cerca de 17.500 convalescentes.
Atualmente, ele não está abandonado por completo. Muitos de seus prédios está restaurada e tem um uso. Alguns proprietários adquiriram verbas da União Européia para a reforma; uma pequena usina de geração de energia foi transformada em monumento; os prédios do sul abrigou até 1998 hospitais e sanatórios para mulheres e agora são lares para idosos, uma Escola de enfermagem, uma clinica de reabilitação neurológica, uma clínica de reabilitação infantil, um hospital especializado no Mal de Parkinson e até habitações coletivas.
A parte abandonada é imensa... os bancos credores não conseguem compradores para os prédios restantes - a maioria - e a natureza vai tomando conta de tudo. Como sempre.
O lugar já serviu de set de filmagem para "Operação Valquíria" com Tom Cruise, "O Pianista" do Polanski, "Sick House" do alemão Wolfgang Becker, entre outros.
É um point muito badalado pelos exploradores e outros visitantes. Separei seis galerias de pessoas que foram lá e fotografaram. Dessas seis, tentei separar vinte fotos de cada, mas não consegui. Tem mais que isso. No fim de cada postagem disponibilizo os links das galerias, que têm muito mais que vinte fotos cada. Visitem todas. São olhares diferentes sobre o mesmo lugar, o que tornou a postagem bem completa e abrangente.
Acho que vocês vão gostar bastante. É um lugar gigantesco e assustador, com muitos corredores, salas, escadas, equipamentos e mobiliário... vejam as galerias.

Galeria de Cornelius Bartke
A galeria dele é tão grande que resolvi escolher somente imagens do exterior dos prédios que ele visitou. Dá pra ter uma noção bem boa do conjunto de prédios que está abandonado.




domingo, 30 de junho de 2013

Antigas estações ferroviárias paulistas - por Adriano Martins

 

Olá, gente!
Quando fiz a primeira postagem sobre ferrovias brasileiras e suas estações abandonadas, conheci Daniel Gentili, um explorador das ferrovias do país já faz mais de décadas. Ele contribuiu com tanto material que tive que dividir tudo em duas postagens - links para a parte 1 e para a parte 2.
Mês passado um fotógrafo leitor da página do Lugares no Facebook contou que fazia um trabalho similar às coisas que eu estava postando por lá.  Assim que tive tempo fui ver o link que me havia mandado e percebi que estava diante de uma coisa importante e muito bonita: alguém está registrando as estações das antigas e extintas linhas de trem que existiam no Brasil. Um novo olhar paira sobre o que resta das ferrovias paulistas no Brasil. Que bom!
Adriano Martins, parabéns pelo trabalho e muito obrigado pela colaboração aqui no blog. 

 Rotunda - estrada de Ferro Noroeste do brasil - Lins São Paulo

Estação EFS Pereiras - SP

Estação Rufino de Almeida - RMV - Cruzeiro - SP

 Estação Tibiriçá - Bauru - SP

Estação Tibiriçá - Bauru - SP 

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