sexta-feira, 11 de junho de 2010

Farol atômico russo abandonado


O antigo Partido Comunista da União Soviética, decidiu construir uma cadeia de faróis para orientar os navios em seus caminhos na escuridão da noite polar em praias desabitadas do Império Russo. Assim foi erguida uma série de faróis. Eles se localizam centenas e centenas de milhas das áreas povoadas. Depois de analisar idéias diferentes sobre como fazê-los trabalhar por um ano de serviço e sem qualquer fonte de alimentação externa, os engenheiros soviéticos decidiram aplicar a energia atômica para ligar essas estruturas. Então, pequenas reatores atômicos foram produzidos em série limitada para ser entregue ao Círculo Polar  a serem instalados sobre os faróis. Estes pequenos reactores poderia trabalhar no modo independente por anos e não requer qualquer interferência humana, por isso foi muito útil numa situação como esta. Era uma espécie de farol-robô que contava a própria época do ano e a duração da luz do dia, acendia as luzes quando necessário e enviava sinais de rádio para perto dos navios para avisá-los em sua jornada. Tudo parecia ser tirado de livros de ficção científica, mas eles realmente existiram. Porém, após o colapso da União Soviética, os faróis automáticos autônomos trabalharam por algum tempo, mas depois eles também desmoronaram. Principalmente como resultado da caça de metais, como o cobre e outros, que  foram alvos de saqueadores. Eles não se preocupam ou até mesmo não sabiam o significado do sinal de perigo em placas que diziam "Radioativo" e ignoraram tais avisos, quebrando e destruindo os equipamentos. Soa assustador, mas eles invadiram os reatores fazendo com que todas as estruturas se contaminassem com radioatividade. Essas fotos são de uma viagem à uma dessas estruturas, o mais perto das áreas povoadas do Extremo Oriente russo. Agora, há sinais de "Radioactivity", escrito com grandes letras brancas sobre os caminhos de aproximação à estrutura, mas tais avisos não impediram que os amantes e exploradores de lugares abandonados chegassem até eles.





















Unico link que achei sobre os faróis atômicos russos:

Ruínas do programa espacial russo.




O complexo espacial russo enfrenta uma crise que resultou numa redução de mísseis e programas espaciais. Sofreu uma perda de 40-50% dos trabalhadores qualificados, juntamente com a deterioração da infra-estrutura espacial. A situação piorou nos níveis mais baixos de produção e na capacidade de desenvolver novas tecnologias. Apesar de pioneira nas viagens espaciais, seus dias de glória no espaço terminaram nos anos 70. Hoje em dia, o país não pode mais pensar em organizar missões independentes e o futuro da Rússia no espaço se resume em pilotar naves e programas de outros países. Em breve os cosmonautas russos não passarão de "taxistas" espaciais, por causa dos cortes de fundos.  Consequência disto é o sucateamento dos locais de lançamentos de naves. A estação MIR foi a última a ser posta no espaço pela Rússia e devido a problemas foi abandonada e, em 2001, entrou na atmosfera da terra e teve seus pedaços caídos no sul do Oceano Pacífico. Ficam os registros desse programa que hoje estão assim:







quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cidade fantasma de Agdam



A cidade fantasma de Agdam se localiza na região de Agdam Rayon, no sudoeste do Azerbaijão. A cidade possuía mais de 160 mil habitantes, porém, devido á controvérsias sobre a posse dessas terras (entre Azerbaijão e Armênia) ela foi invadida, queimada e destruída por tropas armênias em 1993, durante a guerra do Alto Carabaque. Atualmente a cidade encontra-se totalmente em ruínas, e a região interditada e controlada pelo exército armênio. Porém é visitada aos domingos, sob os olhares das tropas. A maioria dos refugiados de Agdam vive hoje em acampamentos improvisados em cidades da região de Barda e Sumgait. 
Destruir uma cidade inteira, expulsar seus habitantes e depois deixar o lugar vazio, é um ato inexplicável e desumano, assim como a guerra. Que triste pensar que o homem é capaz de coisas assim. E, mesmo destruída, a cidade ainda tem lembranças arquitetônicas muito significantes do que um dia foi uma cidade viva, com seus minaretes, portais, mosaicos, cúpulas, etc.




terça-feira, 8 de junho de 2010

Grytviken - cidade abandonada na Antártida


Grytviken - Cidade abandonada na Antártida
Grytviken é um porto e um vilarejo abandonados localizado na costa norte da principal ilha do arquipélago de Geórgia do Sul. Situa-se a 2.034 km de Ushuaia e a 1.450 km da pequena cidade de Port Stanley, nas ilhas Malvinas/Falkland. Era a única povoação habitada do arquipélago. Se tratava de um porto de baleeiros, mas a exploração foi abandonada por volta de 1965. O porto tinha uma vantagem, era de difícil acesso e escondido e, atualmente, está completamente abandonado, em estado de deterioração. Foi centro da indústria baleeira do Atlântico Sul durante os anos 1904-1965. Também foi refúgio de expedições científicas à Antártida. Hoje em dia há um pequeno museu, inaugurado recentemente, e é roteiro de expedições turísticas.


Fontes:
Vídeos:



Vídeo chocante com imagens antigas da atividade baleeira em Grytviken:

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